Review Pokémon Pokopia: Bubble Basin | Navegação em águas rasas
Fonte: Canaltech — 2026-10-11
Há pouco tempo, a Game Freak e a The Pokémon Company lançaram a primeira expansão de Pokémon Pokopia . Chamada de Bubble Basin , ela apresenta um verdadeiro mundo subaquático para explorar ao lado de Ditto e de novos amigos.
O conteúdo traz uma série de novas criaturas ao game, assim como uma infinidade de itens e habitats. Deste modo, você poderá curtir ainda mais o universo da obra, montar novas estruturas e descobrir mistérios escondidos em Cerulean.
O lar do ginásio de Misty foi submerso, bem como a área da Rota 24 e Rota 25 — que consiste em toda a Nugget Bridge até a casa do pesquisador Bill. Agora, Popplio deseja fazer o lugar “viver novamente”, com base no que você já fez nos demais biomas.
Contudo, os fãs verão que Pokémon Pokopia: Bubble Basin navega em “águas rasas” na promessa de algo ainda maior no futuro. Ainda que traga muita diversão, compreenda a razão pela qual o fundo do mar parece uma borda de piscina:
Prós
Cerulean é repleta de referências
Mais habitats e Pokémon
Conexão interessante entre os games
Contras
Dependente demais das outras expansões
Não adiciona nada ao formato pago
A expansão de Pokémon Pokopia
Pelo novo DLC, você pode explorar toda uma área nova, construir casas, estruturas e criar um paraíso subaquático. Embora seja divertida e traga mais vida ao título, é importante notar que não é nada diferente das demais regiões do jogo base .
Claro que você curtirá explorar, produzir habitats e conhecer mais monstros de bolso do tipo Água. Contudo, espere o mesmo gameplay : terá que limpar o mapa, construir casas, aumentar o conforto, construir um Centro Pokémon e criar obras no local.
Na prática, Pokémon Pokopia: Bubble Basin traz o “mais do mesmo” . Há até quem argumente que a exploração embaixo do mar é excelente, mas isto já foi acrescentado gratuitamente a todos os jogadores por uma atualização.
Dito isso, quem pagou não tem mecânicas inéditas nem uma experiência diferente do que viu antes. Não é de todo ruim, para ser muito honesto com os fãs, mas cansa muito mais rápido do que deveria — principalmente depois de fazer a mesma coisa por cinco áreas.
O mundo que fica maior
Uma das únicas adições que se tornam interessantes é a presença dos abismos (lugares tomados pela escuridão abaixo do oceano). Lá, terá de incluir luzes ou estar acompanhado de um Chinchou e/ou Lanturn para enxergar o que fará e descobrirá.
Não que tenha tanta coisa para se fazer nas profundezas, mas acrescenta uma camada de mistério que se apresenta muito bem aos jogadores. Somado a isso, temos diversos easter-eggs que referenciam os demais elementos da franquia.
A cidade de Cerulean conta com o ginásio de Misty, temos a Nugget Bridge, a casa de Bill e muitos elementos que vão fazer o coração dos fãs palpitar. Entre laboratórios secretos e itens especiais, há muito a se ver e lembrar dos “bons tempos”.
“No game, Cerulean parece uma versão própria unida ao design de Ecruteak, de Pokémon Gold & Silver, o que abre muitas dúvidas e a presença de uma arquitetura única ao lugar”, Diego Corumba
Além disso, o submarino de Sharpedo , referências a outros jogos fora dos clássicos e a presença de um amplo contingente de Pokémon e habitats faz de Pokopia: Bubble Basin um ambiente riquíssimo e cheio de alma.
Vale a pena ter o DLC de Pokémon Pokopia?
Pelo valor de R$ 194,90 , comprar a expansão ainda está distante da realidade que ela traz. Você pode gastar o preço, mas só se estiver com muita esperança no que a Game Freak trará a seguir para os donos do título no Switch 2.
Só para lembrar, este valor engloba Pokémon Pokopia: Bubble Basin, a segunda parte — que trará apenas acessórios como gravatas, laços e chapéus aos monstros de bolso — e uma terceira com outra área inédita, mas de conteúdo ainda desconhecido.
No “pior dos casos”, você terá a mesma coisa que verá no fundo do mar: outra região com monstros, habitats e itens que não acrescentarão à forma como já consegue jogar gratuitamente. Na prática, sua utilidade…
[Matéria original de Canaltech — clique em "Fonte" abaixo para ler na íntegra.]