Amazon corta até 250 empregos após lançar novos produtos, diz agência; veja quais áreas foram afetadas
Demissões atingiram principalmente a área de desenvolvimento de software e foram anunciadas semanas após lançamentos de novos Kindle e tablets; no início do mês, empresa já havia cortado cerca de mil postos de trabalho.
Fonte: G1 — 2026-10-28
Funcionários da Amazon denunciam à Justiça receber menos que um salário mínimo A Amazon cortou até 250 postos de trabalho em sua divisão de dispositivos e serviços nesta quarta-feira (28). 🗒️ Tem alguma sugestão de reportagem? Envie para o g1 As demissões atingiram principalmente a área de desenvolvimento de software. A empresa afirmou que a medida busca aumentar a eficiência e alinhar as equipes ao plano de desenvolvimento de produtos. “Tomamos a difícil decisão de eliminar um pequeno número de cargos”, disse o porta-voz da empresa à Reuters, sem dar mais detalhes. Em uma mensagem enviada aos funcionários e vista pela Reuters, Cherie Robinson, vice-presidente de recursos humanos da divisão de dispositivos e serviços, afirmou que a empresa havia feito “uma revisão completa de nossa estrutura”, que levou à decisão de reduzir o quadro de funcionários. As demissões ocorrem após semanas de lançamentos de produtos, incluindo novos leitores digitais Kindle e tablets. Nesta quarta-feira, a Amazon também anunciou um novo despertador e uma moldura digital equipados com a Alexa, assistente virtual da empresa. Como é habitual na companhia, os funcionários foram informados dos cortes por mensagens de texto e e-mails enviados durante a madrugada. No início deste mês, a Amazon já havia cortado cerca de 1.000 postos de trabalho em sua principal divisão de varejo, responsável pelas operações de venda de produtos. A empresa divulgará os resultados financeiros do terceiro trimestre após o fechamento do mercado nesta quinta-feira (29). Caixas são transportadas em uma esteira durante a Cyber Monday no centro de distribuição da Amazon em Robbinsville, Nova Jersey, nos Estados Unidos, em 2 de dezembro de 2024. REUTERS/Eduardo Munoz/Arquivo
[Matéria original de G1 — clique em "Fonte" abaixo para ler na íntegra.]