Poco X8: testamos o celular que aposta tudo em bateria e tela

Fonte: Canaltech — 2026-10-27

O Poco X8 oferece uma experiência confortável para quem passa horas no celular, sem exigir recargas recorrentes. Contudo, o conjunto não é equilibrado em todas as áreas: o processador é intermediário, a câmera perde qualidade em ambientes escuros e a gravação de vídeo é limitada.

Esse é um aparelho que faz mais sentido para quem prioriza bateria, consumo de conteúdo e uso cotidiano do que para quem procura desempenho de ponta ou versatilidade fotográfica. O Poco X8 é interessante justamente porque sabe onde investir, mas suas limitações precisam ser consideradas antes da compra.

📱 Veja as melhores promoções de hoje no WhatsApp do CT Ofertas

Prós e contras

Prós

Contras

Tela AMOLED de 120 Hz, resolução 1,5K

Desempenho limitado em tarefas pesadas

Bateria de grande capacidade

Câmera fraca em ambientes escuros

Carregamento de 67 W

Vídeos limitados a 1080p a 30 fps

Proteção contra água e poeira

Corpo grande e relativamente pesado

Bom desempenho nas tarefas cotidianas

Muitos aplicativos pré-instalados

Política de atualizações prolongada

Wi-Fi 5 e USB 2.0 limitam a conectividade

Notas do Poco X8

Categoria

Nota

Tela

5

Bateria

5

Desempenho

3

Câmeras

3

Design

5

Nota geral

4.2

Para quem o Poco X8 é indicado?

O Poco X8 é indicado para quem quer um celular para passar o dia nas redes sociais, assistir a vídeos, navegar na internet, usar aplicativos de trabalho e jogar casualmente, sem ficar procurando uma tomada . A combinação de tela grande, taxa de atualização de 120 Hz e bateria generosa atende especialmente bem a esse perfil.

Também pode ser uma boa opção para quem trabalha ou viaja bastante e valoriza a resistência do aparelho. As certificações de proteção IP68 e IP69K contra água e poeira são um diferencial relevante nessa faixa de mercado. Isso não significa que o celular seja indestrutível, mas amplia a tranquilidade no uso cotidiano.

Por outro lado, não é a melhor escolha para quem quer jogar títulos pesados com gráficos elevados, fotografar à noite ou produzir vídeos para redes sociais com qualidade mais avançada . Nesses casos, vale comparar modelos que priorizem processador e câmeras.

Quanto vale a pena pagar pelo Poco X8?

A Xiaomi ainda não divulgou os preços oficiais do Poco X8 no mercado brasileiro, mas os valores praticados no varejo (via importação) variam de R$ 2.100 e R$ 2.600. Por isso, vamos usar esses números como referência.

Por até R$ 2.100, pode-se dizer que é um preço justo pelo conjunto. Contudo, é bem improvável que a Xiaomi lance o Poco X8 por esse valor no Brasil; em uma hipótese realista, o celular vai chegar por R$ 3.500 ou até ultrapassar a casa dos R$ 4.000.

O modelo claramente não compete com celulares premium, então não faz sentido pagar um preço alto por ele . Por pouco mais de R$ 2.000, o valor pago será muito mais condizente com a experiência que o aparelho entrega.

Veja o preço do Poco X8 no Magalu

Veja o preço do Poco X8 no Mercado Livre

Veja o preço do Poco X8 na Amazon

Design e construção: resistente, mas grande

O Poco X8 adota um visual industrial, com traseira dividida em texturas e elementos que dão personalidade ao aparelho. As cores disponíveis incluem branco, preto e laranja. Apesar do acabamento ser predominantemente plástico, o celular é bem estiloso (especialmente a versão laranja).

O tamanho não passa despercebido. São cerca de 223 gramas e 8,6 mm de espessura , com uma tela de 6,83 polegadas. As laterais curvas ajudam na pegada, mas o uso com uma mão pode ser desconfortável para quem tem mãos pequenas .

A resistência à água e à poeira é outro ponto positivo. As certificações IP68 e IP69K garantem resistência adicional, mas isso não deve ser interpretado como autorização irrestrita para mergulhar com o aparelho. A resistência depende das condições previstas para cada certificação e pode diminuir com o desgaste.

Tela AMOLED de 120 Hz é o grande destaque

A tela é uma das melhores características do Poco X8. O painel AMOLED de 6,83 polegadas…

[Matéria original de Canaltech — clique em "Fonte" abaixo para ler na íntegra.]

Ler a matéria completa em Canaltech

Ver no DILIGENCE News